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Blog sobre Biblioteconomia, Ciência da Informação, Gestão da Informação, Documentação, Arquivologia, Museologia e Tecnologia da Informação, além de muita informação em geral. (Desde 01/03/2004)
Passando a noite em uma biblioteca em Portugal Dormir na morada dos livros: uma aventura vivida por uma turma de portugueses
CONTOS PARA SONHAR A bibliotecária Susana conta histórias para o grupo que passou
a noite entre as estantes.
No fim da tarde de um sábado de maio, os funcionários da Biblioteca Municipal de Seixal, a 30 quilômetros de Lisboa, organizavam as estantes de livros. Embora esse fosse o procedimento-padrão antes de encerrar o expediente, naquele dia a arrumação tinha outro motivo: receber um grupo de 20 meninos e meninas, entre 8 e 11 anos, que iriam passar a noite ao lado dos livros. Oito e meia da noite era a hora marcada para começar a exploração de um ambiente repleto de saberes, com muita leitura e contação de histórias, e que só terminaria na manhã seguinte.
Ao chegar, para que todos se conhecessem, nada de apresentações formais. Os pequenos preencheram os crachás uns dos outros. Enquanto Diogo, o mais velho do grupo, fazia o de Beatriz, ela revelou uma de suas leituras preferidas: a poesia portuguesa de José Jorge Letria. Sabe por quê? "Porque ele me faz sentir bem", explicou, do alto de seus 8 anos.
Com todos já devidamente identificados, começou uma correria pelo ambiente. Como se estivessem em uma caça ao tesouro, as crianças seguiam pistas e procuravam por respostas para as questões escritas em fichas que tinham em mãos. Tratava-se de um desafio -- ou melhor, um peddy-paper, como se diz em Portugal -- para descobrir como é organizada e funciona uma biblioteca.
Regras decifradas e normas esclarecidas, hora de vestir o pijama, arrumar os sacos de dormir e ouvir histórias para embalar o sono e, quem sabe, alimentar os sonhos. Caprichando na entonação, a bibliotecária Susana Filipe leu O Incrível Rapaz Que Comia Livros, obra escrita pelo australiano Oliver Jeffers. Quando a leitura terminou, Tomáz, 11 anos, lá no fundo da sala, gritou: "Mais uma, mais uma! Pode contar mais 1,5 bilhão de histórias!" Pedido atendido: com as luzes apagadas, Susana leu A Grande Questão, do alemão Wolf Erlbruch. Um a um, os pequenos adormeceram.
No dia seguinte, assim que acordaram, as meninas correram a se enfeitar com presilhas e tiaras. Os meninos lotaram as mãos com gel para domar os cabelos rebeldes. Tudo muito rápido porque ninguém queria desperdiçar um só minuto da programação de domingo. Depois do desjejum, mais uma história - dessa vez, de autoria da brasileira Ana Maria Machado: O Pavão do Abre-e-Fecha. O enredo alimentou o desejo da turma de se perder entre as estantes da biblioteca à procura de novos títulos. "É importante que as crianças também possam escolher livremente para que a leitura seja significativa", disse a bibliotecária Carla Gomes. Ao seu lado, a funcionária Maria Elizabete Ferreira, que também passou a noite em claro velando o sono da garotada, confessou que para ela a recompensa do projeto está guardada para o futuro. "Esperamos que, depois de crescidos, todos esses estudantes se lembrem dessa noite e saibam que uma biblioteca é um espaço de aprendizagem."
Pelos corredores do prédio, enquanto os pequenos arrumavam as mochilas para voltar para casa, era possível ouvir suas vozes, ecoando "Vitória, vitória, acabou-se a história!", uma frase típica portuguesa que marca o fim dos contos infantis neste lado do oceano.
Por: Taynar Costa
Fonte: Nova Escola, setembro 2009.
Comissão da Câmara aprova exigência de biblioteca em todas as escolas públicas
A Comissão de Educação e Cultura da Câmara aprovou uma proposta que exige a instalação de bibliotecas em todas as escolas públicas de educação básica. Para cuidar do acervo, bibliotecários com formação superior deverão ser contratados.
O texto, aprovado nesta quarta-feira (15), determina ainda que o acervo seja permanentemente atualizado e mantido em local próprio, atraente e acessível, com acesso à internet.
O projeto também estabelece que cada sistema de ensino poderá organizar o trabalho dos bibliotecários - inclusive para que eles atendam a mais de uma biblioteca escolar cada um.
Segundo o texto do projeto de lei, os sistemas de ensino da União, dos estados e dos municípios deverão garantir capacitação específica aos bibliotecários para atuar como mediadores entre os alunos e a leitura. A proposta define um prazo de cinco anos para implantação das medidas previstas.
A proposta será encaminhada para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, onde será votada em definitivo.
Legislação atual Segundo o Plano Nacional de Educação, a "atualização e ampliação do acervo das bibliotecas"está entre as metas do ensino fundamental. Em relação ao ensino médio, um dos objetivos é estabelecer padrões mínimos nacionais de infraestrutura que incluam "espaço para a biblioteca".
Já a Lei 10.753/03, que institui a Política Nacional do Livro, determina que o Poder Executivo tenha programas anuais de manutenção e atualização do acervo de bibliotecas públicas, universitárias e escolares. Essa lei também exige, para efeito de autorização de escolas, a existência de acervo mínimo de livros para as bibliotecas escolares.
Atualmente, o Ministério da Educação desenvolve o Programa Nacional Biblioteca da Escola, por meio do qual distribui livros para todas as escolas públicas, a partir do número de alunos. Uma escola com até 250 alunos, por exemplo, recebe 20 livros (0,08 livro por estudante).
Como funciona a reciclagem de computadores?
Todos os componentes de um micro podem ser reaproveitados, evitando que afetem o meio ambiente
por Paula Sato
Um depósito de computadores velhos.
Foto: Raul Junior
O lixo eletrônico é um dos grandes problemas da atualidade. Segundo dados do Greenpeace, por ano, são produzidos até 50 milhões de toneladas desse tipo de dejeto no mundo inteiro. E o volume vem crescendo em 5% ao ano na Europa. A questão principal não é a só que esse lixo ocupe muito espaço, o grande perigo é que a maior parte dos aparelhos eletrônicos usa em sua fabricação metais tóxicos, como mercúrio, chumbo e cádmio. "Quando um computador vai para o aterro sanitário, essas substâncias reagem com as águas da chuva e contaminam os afluentes e o solo", alerta Tereza Cristina Carvalho, diretora do Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Centro de Descarte e Reciclagem de Lixo Eletrônico da instituição.
A princípio, todos os componentes do microcomputador e do monitor podem ser reciclados. Até mesmo as substâncias tóxicas, como o chumbo, são reaproveitadas na confecção de novos produtos, como pigmentos e pisos cerâmicos. "A ideia é que, além de evitar que o metal contamine o solo, ele volte para a linha de produção. Assim, não é preciso tirar mais minérios da natureza", afirma Tereza Carvalho. Porém, no Brasil, ainda é muito difícil conseguir reciclar um aparelho inteiro. O que acontece é que, em geral, as empresas são especializadas na reutilização de apenas um tipo de material, como placas, plástico ou metais. Assim, quando uma máquina chega a esses lugares, o que interessa é aproveitado e o restante tem destinação incerta. É por isso que a USP está implantando o primeiro centro público de reciclagem de lixo eletrônico, que deve entrar em funcionamento em agosto. Lá, a equipe vai fazer a separação dos materiais e destiná-los para as empresas especializadas, fazendo com que nada seja descartado. "Existe uma falta de consciência sobre esse assunto, mas temos de pensar que, só em 2008, foram vendidos 12 milhões de computadores e que, daqui a cinco anos, eles vão virar sucata", diz a professora.
No Brasil, a questão da destinação de aparelhos elétricos começou a ser discutida só agora, com um projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa de São Paulo e que prevê que os fabricantes, importadores e comerciantes sejam responsáveis por recolher e destinar o lixo eletrônico. Porém, Tereza Carvalho explica que a iniciativa é válida, mas não resolve o problema, já que trata apenas de computadores, monitores e produtos magnetizados. Sistemas de rede e parques de telefonia ficaram de fora. "Na Europa, que está bem avançada no assunto, desde 2002, existem leis que obrigam os fabricantes a se responsabilizar por todos os eletrônicos produzidos. Além disso, só podem ser fabricados micros verdes", diz a professora. Para um computador ser considerado verde, ele precisa ter um sistema de economia de energia, ser produzido dentro de padrões de gestão ambiental e não ter chumbo em sua composição. No Brasil, algumas marcas já oferecem essa opção, mas o mercado ainda é muito pequeno. "É muito importante divulgar o problema e alertar os consumidores para, primeiro, nunca darem aparelhos velhos aos sucateiros, que só vão retirar as partes que podem vender, o resto jogam fora. O ideal é que os usuários deveriam comprar apenas micros verdes. Se houver a demanda, todas as empresas vão ter que se adequar", finaliza Tereza Carvalho.
Um novo prédio está sendo construído na USP para abrigar o projeto Brasiliana, que soma o acervo da biblioteca de Mindlin à Biblioteca do Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB. O projeto é de Eduardo de Almeida e Rodrigo Mindlin Loeb e vai abrigar, em alas diferentes, as duas grandes bibliotecas - a do IEB, construída desde 1962, com 140 mil volumes, e a Biblioteca Guita e José Mindlin, com 40 mil volumes, e que era a maior biblioteca privada do brasil até a sua doação para a USP. O prédio será também a base da Biblioteca Brasiliana Digital, que segundo o site do projeto, já se filia a três dos principais documentos internacionais, em formato de acordos, protocolos e declarações de princípios, para as instituições do gênero. Conheça os 10 princípios da Brasiliana Digital:
1. Uma biblioteca digital como instrumento de uma política nacional de produção de conteúdos para a rede mundial de computadores, contribuindo para a redefinição positiva da presença da língua portuguesa e da cultura nacional.
2. Compromisso com a formação e preservação de uma brasiliana para o Brasil;
3. Uma coleção em crescimento: na dimensão particular da Brasiliana USP, a conservação da memória da cultura brasileira articula-se, necessariamente, a uma política de expansão do acervo e a rejeição de um modelo custodial de biblioteca;
4. Uma biblioteca digital para a difusão de uma coleção original de objetos documentais: preservação do acervo / acesso aos originais / reprodutibilidade;
5. Uma biblioteca digital concebida como instrumento da cultura nacional: a formação do acervo digital deve estar orientada por uma política de acesso universal (orientação para o contexto-usuário). O usuário (e pensamos em termos polissêmicos) tem centralidade na construção deste acervo digital;
6. Uma biblioteca digital como instrumento da educação nacional: compromisso com a produção de materiais didáticos, com a formação de quadros em todos os níveis, desde o ensino fundamental até a pesquisa avançada;
7. Uma biblioteca digital pública: difusão do acervo, acesso universal (preservados os direitos do autor) e democratização da cultura. Compromisso com a democratização de nossa experiência: cursos de treinamento, assessoria a outros projetos, convênios e parcerias.
8. Adesão à Declaração de Berlim sobre o Acesso Livre ao Conhecimento nas Ciências e Humanidades (Berlin Declaration on Open Access to Knowledge in the Sciences and Humanities), de 2003: “acesso livre significa a livre disponibilização na Internet de literatura de caráter científico, permitindo a qualquer utilizador pesquisar, consultar, descarregar, imprimir, copiar e distribuir, o texto integral de artigos e outras fontes de informação científica”;
9. Adesão aos protocolos da Iniciativa Open Archives (OAI-PMH - Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harvesting) – protocolo desenvolvido para permitir que os metadados sejam acessíveis por diversos serviços de busca e compartilhados pelos arquivos digitais; garantia de interoperabilidade (protocolo Z39.50);
10. Adesão aos princípios do software livre (open source).
Curso de Museologia da UFPA é o único no Norte e Nordeste
A Universidade Federal do Pará é a quarta instituição de ensino superior brasileira e a única das regiões Norte e Nordeste a ofertar uma graduação em Museologia. As 30 vagas do novo curso serão disputadas no próximo Processo Seletivo Especial da UFPA, que está com inscrições abertas até 14 de maio e prova agendada para o dia 7 de junho.
No Brasil todo, segundo levantamento do Ministério da Cultura, existem dois mil museus, responsáveis pela produção de cerca de 17 mil postos de trabalho. Mais de 80% dos profissionais que atuam nesses estabelecimentos, porém, não têm formação específica na área. Somente na Região Norte, há 122 museus e apenas 28 profissionais em atuação; destes, muito poucos são museólogos.
O curso de Bacharelado em Museologia em Belém surgiu como proposta da Faculdade de Artes Visuais (FAV), do Instituto de Ciências da Arte (ICA/UFPA). O projeto pedagógico da graduação tem sido pensado desde a década de 1990, em parceria com um grupo de profissionais ligados ao Conselho Regional de Museologia (COREM – 6ª Região). A criação do curso se tornou realidade com os recursos do Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais – REUNI.
“A intenção é formalizar e qualificar a atuação profissional na área e chamar a atenção da sociedade para esse importante campo de produção de conhecimento tão carente de profissionais”, afirma o professor Neder Charone, diretor da FAV. Os museólogos atuam na conservação, estudo e comunicação do patrimônio cultural e natural; levantamento, catalogação e restauração de acervos; planejamento e administração de exposições; gerenciamento e organização de atividades culturais e programação de museus, dentre outras habilidades.
Ainda de acordo com Charone, a demanda de profissionais com essas competências em todo o Brasil, mas principalmente na região Norte, e em especial em cidades do interior, é enorme. No Pará, por exemplo, em cidades como Marabá e alguns municípios da Ilha do Marajó, muitas descobertas históricas, como sítios arqueológicos, não têm espaço para se fazerem conhecidas por falta de profissionais que a manipulem adequadamente. Na capital, Belém, há, ao todo, 11 museus, sendo o Museu Paraense Emílio Goeldi o primeiro do Estado, fundado em 1866.
O curso de Museologia da UFPA tem a duração de quatro anos, divididos em oito semestres. A primeira turma seguirá caráter intervalar, a fim de atender as demandas das comunidades do interior do Estado e demais cidades da região Norte do Brasil, como Manaus (AM) e Macapá (AP). Os aprovados no PSE já iniciarão as aulas no mês de julho de 2009 em regime intensivo. Os demais semestres ocorrem nos meses de janeiro, fevereiro e dezembro.
E para os interessados em fazer parte do quadro de docentes da nova graduação, as inscrições para o concurso de professores-efetivos na área estão abertas até 8 de maio. Mais informações, no site do ICA.
Biblioteca Digital Mundial oferece acesso livre a conteúdo único na web
Biblioteca Alexandrina deu suporte técnico à BDM
Organizada pela Unesco e 32 instituições parceiras, Biblioteca Digital Mundial (BDM) oferece acesso livre e gratuito a materiais únicos de bibliotecas e arquivos de todo o mundo. BDM também será apresentada em português.
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e 32 instituições parceiras lançam na terça-feira (21/04) a Biblioteca Digital Mundial (BDM), uma página na internet que oferece gratuitamente materiais culturais únicos de bibliotecas e arquivos de todo o mundo. A página será apresentada nas seis línguas da ONU e também em português, graças à participação do Brasil como parceiro fundador.
Os conteúdos que serão exibidos incluem, entre outros, manuscritos científicos árabes da Biblioteca e Arquivo Nacionais do Egito; a famosa Bíblia do Demônio do século 13, da Biblioteca Nacional da Suécia; trabalhos de caligrafia árabe, persa e turca de coleções da Biblioteca do Congresso dos EUA e fotos históricas cedidas pela Biblioteca Nacional do Brasil.
A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos propôs à Unesco a criação da BDM pela primeira vez em 2005. Para desenvolver o projeto, a equipe da biblioteca norte-americana contou com assistência técnica da Biblioteca Alexandrina de Alexandria, no Egito.
Bibliotecas nacionais e instituições culturais e educacionais do Brasil, China, França, Japão, México, Rússia, Reino Unido, Estados Unidos e diversos outros países contribuíram com conteúdos e expertise para formar a BDM.
Expandir o conteúdo não-ocidental na internet
A Fundação Biblioteca Nacional explica que um dos objetivos da BDM é expandir o volume e a variedade de conteúdos na internet de forma a prover recursos a educadores, pesquisadores e ao público em geral, além de capacitar instituições parceiras a reduzir a exclusão digital entre os países e dentro deles.
Segundo a Unesco, em muitos países em desenvolvimento pouco tem sido feito para digitalizar coleções e disponibilizá-las na internet. O resultado é que a distribuição de material digital é irregular no que tange a regiões geográficas, culturas, línguas e tipos de instituição.
Outro motivo apontado pela Unesco foi a dificuldade de procurar e encontrar conteúdo semelhante em diversas línguas na web. Muitos recursos de busca e navegação, que pessoas jovens estão acostumadas a encontrar em sites comerciais, ainda não são oferecidos por páginas culturais e educacionais na internet, mantidas por bibliotecas, arquivos e outras instituições culturais.
A Unesco informa que os principais objetivos da BDM são promover a compreensão e a consciência internacional e intercultural, bem como expandir o conteúdo não-ocidental na internet. Segundo a Unesco, outro objetivo de médio prazo é oferecer conteúdo em línguas faladas por grandes parcelas da população mundial, como o hindu, japonês e o alemão.
Screenshot da página principal da Biblioteca Digital Mundial em portuguêsBildunterschrift: Screenshot da página principal da Biblioteca Digital Mundial em português
Patrimônio cultural de diferentes países
Com cartas, fotos e mapas digitalizados, entre outros documentos, a BDM funcionará em árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol, mas terá conteúdos em vários outros idiomas.
Descrições de cada item e vídeos elaborados por curadores especializados contextualizarão os conteúdos com o objetivo de provocar a curiosidade dos usuários e incentivar estudantes e público em geral a saber mais sobre o patrimônio cultural de diferentes países, explicam os organizadores.
Do Brasil, segundo a Fundação Biblioteca Nacional, foram enviados para esta primeira fase da Biblioteca Digital Mundial 1,5 mil mapas raros dos séculos 16 a 18, além de 42 álbuns com cerca de 1,2 mil fotografias pertencentes à Coleção Thereza Christina Maria, doada pelo imperador D. Pedro 2° à Biblioteca Nacional.
Arquivos digitalizados dos patrimônios da humanidade do Programa Memória do Mundo da Unesco, à qual pertence a coleção de fotografias do imperador, também fazem parte do acervo da Biblioteca Digital Mundial.
Autor: Carlos Albuquerque
Revisão: Augusto Valente